|
Rosas de Ouro, minha vida meu tesouro
São trinta anos de alegria
Que passa com raça, esquentando a massa
no calor da bateria
O homem através dos tempos
Buscou alimento na caça pra sobreviver
Porém essa ficou escassa, provou cereais
Na luta para se manter
Surge aí a descoberta
E a mulher esperta logo semeou
Feita então a colheita
Da porção perfeita o pão se formou
Com a crise o paiol, foi saqueado
E o trigo a sete chaves, trancafiado
A Corte ironizou e fez deboches
Se o povo não tem pão, então que coma brioches
SuperStições, vieram com essa alimentação
É tradição, está na mesa e na boca do povão
Não se deve jogar fora, deixar cair
É pegar, beijar, benzer e repartir
Ofertar a quem implora, que é nosso irmão
Numa linda comunhão
Tá quentinho, tá gostoso, tá bom
Torradinho, saboroso, trAZ energia
Bota mais lenha no forno PrA atender a “Freguesia”
Taí o pão nosso de cada dia.
|