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É Monumental, meu carnaval
E a Roseira vem aí pode aplaudir
Nos campos de Piratininga
Anhagabaú, Tamanduateí
Quem sou eu?
Um monumento e faço parte da história
De um povo cordial e altaneiro
Que tem orgulho de ser brasileiro
Sou tupiniquim em minha língua natal
Sou um jesuíta em solo divinal
Sou desbravador do meu sertão
De azul e rosa, conquistei seu coração
Ecoou, nos quatro cantos
Um grito de Liberdade
Independência
No coração dessa cidade
Retrato a Colheita do café
Sofrimento, muita fé
Escravizados lá na vila dos tropeiros
A febre e a cobiça dos barões
Atraindo multidões
E a paulicéia desvairada prosperou
Na política, a revolução lhe trouxe a glória
E hoje ainda guardo na memória
A saga dessa gente paulistana
Nasceu pra conduzir... eis aí...
Tão grande, tão rica, tão bela
Balançando o Anhembi
Vem Amor
Pintar nosso futuro em aquarela
Rosas de Ouro, está em festa
São Paulo vai brilhar na passarela.
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