::.. CARNAVAL 1998 - A.E.A.C.B.C. T.U.P.................................
FICHA TÉCNICA
Data:  23/02/1998
Ordem de entrada:  1
Enredo:  Uma História pra Tirar o Chapéu
Carnavalesco:  Augusto de Oliveira
Grupo:  BLOCOS - Especial
Classificação:  6º
Pontuação Total:  168,0
Nº de Componentes:  não consta
Nº de Alegorias :  ,
Nº de Alas :  não consta
Presidente:  Marcelo Moisés Moura Lima
Diretor de Carnaval:  não consta
Diretoria de Harmonia:  não consta
Mestre de Bateria:  Mestre Donella e Mestre Pio
Intérprete:  Marquinhos Trindade
Coreógrafo da Comissão de Frente:  não consta
Rainha de Bateria:  não consta
Mestre-Sala:  não consta
Porta-bandeira:  não consta
SAMBA-DE-ENREDO
VERSÃO ESTÚDIO

T
COMPOSITORES: ADALBERTO/ ALEMÃO/ BRAGA

 

É DE TIRAR O CHAPÉU

COM A T.U.P. VAMOS PRO CÉU (DEMOROU)

ESTOU FELIZ, TÔ LEGAL

É BOM O MEU ASTRAL

FIZ A CABEÇA NESSE CARNAVAL

 

O DESTAQUE DA MINHA FANTASIA

É O CHAPÉU

QUE VEIO DO EGITO

PARA ENTRAR NESSE AGITO

E NA AVENIDA DESFILAR

 

CAI NA FOLIA, MENINA

MEU CHAPÉU É DE PIERROT

O TEU DE COLOMBINA

 

OLHA O ARLEQUIM "MARCANDO TOUCA"

DEU MOLEZA, "LEVOU CHAPÉU"

TURBANTES, TIARAS E COROAS

SOBRE OS CABELOS COR DE MEL

EM SINAL DE LIBERDADE, VAI O BARRETE

VEM O CAPUZ

LINDA PLUMA NA CABEÇA

ME SEDUZ

 

EU VOU JOGAR MEU BONÉ

RECORDAÇÃO

LEVA COM ELE TODA A MINHA EMOÇÃO.

 

SINOPSE DO ENREDO
O Grêmio Recreativo
Autor:

 

INTRODUÇÃO

A palavra chapéu provém do latim antigo "cappa", que significar peça usada para cobrir a cabeça. O chapéu além de abrigo e adorno, representa também símbolo de poder e hierarquia. Desde as mais remotas épocas o chapéu sempre foi companheiro do homem, acompanhou a evolução dos tempos, se modernizou, e hoje, no carnaval, é parte das fantasias, sejam elas de um simples componente até mesmo nos mais sofisticados destaques. Por isso, a T.U.P. no Carnaval de 1998, desfilará adornada dos mais belos chapéus fazendo uma viagem pelo tempo culminando numa apoteose a folia de momo para no final confeccionar o celebre "boné" como souvenir e nele estará a inscrição "campeão".

DESENVOLVIMENTO

No antigo Egito, na Babilônia e na Grécia surgiram as primeiras modalidades de chapéu ou abrigos para cabeça. Inicialmente usavam-se faixas com a finalidade de prender o cabelo e, mais tarde, os turbantes, as tiaras e as coroas.

Usado por nobres, sacerdotes e guerreiros, o chapéu era considerado como símbolo de status social. A faixa estreita colocada em torno da copa dos chapéus da atualidade é um remanescente desse primeiro tipo de proteção usada na cabeça.

O primeiro chapéu efetivamente usado, no entanto, foi o "pétaso", que consistia num chapéu dotado de copa baixa e abas largas, que os gregos gostavam de levar em suas viagens como forma de proteção. Era um tipo prático, ajustável, podendo ser retirado com facilidade, tendo perdurado seu uso por toda Idade Média.

Na Roma Antiga, os escravos eram proibidos de usar chapéus, mas quando eram liberados passavam a adotar um chapéu semelhante ao barrete frígio (boné em forma de cone, com a ponta caída para o lado), em sinal de sua liberdade. Esse tipo foi revivido durante a Revolução Francesa. Chamado de "Bonnett Rouge" e se tornou na época da República, era símbolo do Partido Republicano. Outro tipo bastante parecido com o barrete frígio foi o capuz, unido ou não ao manto, amplamente usado na Idade Média.

Depois da Renascença, os chapéus masculinos adquiriram diversos formatos, sendo ricamente enfeitados e usados pelos homens poderosos. Nessa época, apareceram na Itália as boinas, construídas de peça circular de fazenda franzina em sua extremidade, contendo uma faixa por onde passava um cordão ajustável. Alguns chapéus masculinos ainda guardam certas influências do tipo, sendo dotados de pequenos laços em seu interior destinados a ajustar seu tamanho. Outros tipo vieram a seguir, sendo um dos mais marcantes chapéus de abas largas, enfeitados com peles e levados da América com plumas de avestruz.

O uso de cabelos compridos em cachos (moda posta em vigor no reinado de Luiz XVI, na França) fez com que se começasse a dobrar as abas dos chapéus, primeiramente de um lado, depois dos dois aparecendo em seguida o tipo tricórnio com duas dobras laterais e uma traseira. Essa moda durou mais de um século.

E HOJE

O chapéu continua a ser peça de adorno e status e o Carnaval sintetiza muito bem, este fato. Peça indispensável como complemente e definição de uma fantasia. Faz a folia do Pierrô, do Arlequim e da Colombina, faz o Carnaval colorido, faz a festa do povo brasileiro.

A T.U.P. vai driblar a tristeza, dar um "chapéu" nos problemas do dia-a-dia para depois do Carnaval exibir-se orgulhosamente com boné de Super Campeão.

 

FANTASIAS


No h contedo para este opo.



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