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Um faraó. Como tantos outros reis do Antigo Egito, teve sua cerimônia funeral cheia de honrarias suntuosas. Sim, junto com o seu corpo também foi sepultado um séquito de artistas, escribas, sacerdotes e músicos vivos, que se encarregaram de zelar pelo sono sagrado do faraó.
De dentro da pirâmide, ele foi abençoado pelo Deus-Sol ("Rá"), que o encaminhou para a sua merecida vida nova no paraíso.
E assim se fez... Embalado pela linda música das harpas, o Deus-Sol conduziu o faraó rumo ao paraíso. E o faraó renasceu neste paraíso de sonhos. Um lugar onde o nosso rei-faraó pode reencontrar muitas maravilhas que ele conhecia de seu saudoso Antigo Egito.
A primeira maravilha que ele reencontrou foi um rio tão caudaloso quanto o Nilo, cheio de peixes e crocodilos. Só que o rio deste paraíso chamava- se "Amazonas", e os crocodilos eram chamados pelo povo do paraíso de "jacarés". Ainda em volta do Amazonas, o faraó pode verificar que existia uma mata exuberante, bem diferente da estreita faixa verde que existia às margens do Nilo, em meio a um grande deserto. Um grande espanto deste faraó, bem próximo ao grande Amazonas, foi reencontrar um grande cerimonial que ele conhecia no Egito, herança de seus ancestrais: a Festa do Boi. Não era o "Boi Ápis", mas sim o Boi-Bumbá.
Este paraíso não tinha apenas um rio, mas muitos. E, por onde estes rios passavam, campeava a fartura: quantas variedades de frutas, cereais. O bom mel, que vinha de uma imensa variedade de abelhas e floradas! Tudo parecido com o Antigo Egito, só que em muito maior quantidade.
Conhecendo este novo paraíso, o faraó pode conhecer uma infinidade riquezas minerais; de ouro, diamantes e tantas outras pedras preciosas.
Entre tantas riquezas, outro espanto do faraó: no paraíso havia cerveja, a sagrada bebida do culto a Osiris e Isis! E muito mais gostosa que a do Antigo Egito. O povo deste paraíso usava cerveja para cultuar e festejar a sua infinita e eterna alegria.
Este paraíso é o Brasil. Nenhum outro lugar poderia ser o sonho de vida eterna dos faraós!
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