::.. CARNAVAL 2015 - G.R.C.S.E.S. VAI-VAI................................
FICHA TÉCNICA
Data:  14/02/2015
Ordem de entrada:  6
Enredo:  Simplesmente Elis - A Fábula de uma voz na transversal do tempo
Carnavalesco:  Alexandre Louzada, Eduardo Caetano, Delmo Moraes e Marins
Grupo:  Especial
Classificação:  1º
Pontuação Total:  269,9 - [Vejas as justificativas]
Nº de Componentes:  não consta
Nº de Alegorias :  ,
Nº de Alas :  não consta
Presidente:  Darly Silva - "Neguitão"
Diretor de Carnaval:  Lourival Almeida
Diretoria de Harmonia:  Fernando Penteado
Mestre de Bateria:  Mestre Tadeu
Intérprete:  Gilsinho e Márcio Alexandre
Coreógrafo da Comissão de Frente:  Roberta Melo
Rainha de Bateria:  Camila Silva
Mestre-Sala:  Reginaldo Pingo
Porta-bandeira:  Paula Penteado
SAMBA-DE-ENREDO
VERSÃO ESTÚDIO
VERSÃO AO VIVO

Samba Enredo

COMPOSITORES: ZÉ CARLINHOS, ZECA DO CAVACO e RONALDINHO FDQ

RELUZIU... SEU CANTO ECOOU
NO MEU BRASIL
CANTORA IGUAL JAMAIS SE OUVIU
SARACURA A CANTAR BEM MAIS FELIZ
SIMPLESMENTE ELIS


CARNAVAL... A BELA VISTA ESTÁ EM FESTA
QUAQUARÁ QUAQUÁ
VEM VIAJAR A HORA É ESTA
MERGULHANDO NA EMOÇÃO
ENCONTREI INSPIRAÇÃO
QUE LINDA VOZ SALVE A RAINHA
FIZ LOUVAÇÃO EM AQUARELA
NA PASSARELA HOJE TEM ARRASTÃO

UPA NEGUINHO NA ESTRADA É DEMAIS
VOU A ROMARIA... COMO NOSSOS PAIS
DE UM FALSO BRILHANTE EU FIZ FANTASIA
MARIA MARIA


ÁGUAS DE MARÇO A ROLAR
TREM AZUL VAI PASSAR, UM SONHO MAIS LINDO
NA BATUCADA DA VIDA O SAMBA NO BIXIGA
VAI AMANHECER
A CANTAR A DOR O AMOR O BÊBADO E A EQUILIBRISTA
A VOZ DO POVO DIZ QUE O SHOW DE CADA ARTISTA
TEM QUE CONTINUAR
GLÓRIA FINO DA BOSSA COM JAIR SÓ ALEGRIA
HOJE RETRATO EM PRETO E BRANCO NA FOLIA
A GRANDE ESTRELA DESTE MEU PAÍS

 

SINOPSE DO ENREDO
O Grêmio Recreativo
Autores: Alexandre Louzada e Luiz Carlos Bruno

Hoje eu quero lhe falar, meu grande amor, "das coisas que aprendi nos discos".
Pois nasci para a música, num choro, e cantar se fez minha fala.
Uma fábula em melodia, uma letra, poesia da vida que vivi.
Embora tenha sido "kamikaze" de tantos riscos, eu arrisco.
Um rabisco na face, um sorriso que me desenhou feliz.
Segui os passos... Uma "equilibrista na corda bamba";
"na batucada da vida" como o compasso "em cada passo dessa linha", para que, hoje, pudesse aqui revelar meu coração em um "retrato em preto e branco".
Na batida do samba da Vai-Vai que define e me diz: "é com esse que eu vou desabafar na multidão".
Sou a voz ainda viva, "na transversal do tempo".
Sou, simplesmente, Elis.
Surgi "como se fora brincadeira de roda", em um tempo e como o vento, ao sul de um lugar encantado. O Minuano que sopra em espiral harmônica e que, da garganta, em notas e tons musicais, se expande e emerge potente como um furacão.
Assim, soltei minha voz nas estradas, arrebatando multidões como se embocasse uma flauta mágica e hipnótica, um instrumento de "fascinação".
Ardida em modo de ser, temperei a vida, atrevida.
Com meus braços fortes lancei a rede como em um "arrastão", saciando a fome e a sede, sob "as bênçãos do Senhor do Bonfim".
"Onde jamais se viu tanto peixe, pesquei o Brasil para mim."
Cresci assim...
Quando se descerrou a cortina sob os refletores mágicos que iluminaram a minha sina e fizeram a ribalta se abrir, tal qual a rosa que desabrocha; do "blues", da dor, da fossa, do "beco das garrafas", do tom que tanto bebi, eu cantei "O fino da bossa", ao lado de um amigo... Jair. Fiz-me popular ao traduzir Adoniran e seu português ardil, um "tiro ao álvaro" certeiro no coração de um "Brasil que não conhece o Brasil".
Fui intensa, mulher de paixões e sentimentos, heroína de tantas desventuras de amor demais.
"Dengosa" e "formosa", "da cor do pecado" e com perfume de flor.
Fui "Maria Maria", "Madalena", "Joana Francesa", e "mulheres de Atenas", Helenas, e também "Iracema", morena, com gosto de goiaba do beijo de Leonor.
Na pele de personagens de cabarés, de noites sem fim, à meia luz. "Atrás da porta" de um "coração traiçoeiro" "descompassado de amor". Bailei no salão entre valsas, tangos e boleros dos "sonhos mais lindos", de falsos brilhantes, de "dois pra lá, dois pra cá" nos torturantes "band-aids" a esconder cicatrizes. "Tatuagens",feridas de juras tão puras de "por toda a minha vida eu sei que vou te amar".
Tornei-me arauto de causas, com a voz de uma "faca amolada", "entre cantos e chibatas"; um "mestre-sala dos mares" ou, quem sabe, um "corsário" em busca do "cais". Desbravei minha terra, da floresta ao sertão, como um "caçador de esmeraldas" garimpando sonhos; sonhos do "cavaleiro e os moinhos", do "vento de maio" e da "rainha dos raios". Com o "canto de Ossanha" lutei na tempestade "da noite do Brasil", curei a dor da saudade de quem sonhava "com a volta do irmão Henfil".
Por fim, "já com o pé nessa estrada" "sei que nada será como antes" e de "Pau e pedra, sei que é o fim do caminho", dessa "Andança", da "travessia", no "verão vermelho" da vida, que chega antes das "águas de março". E como quem quer falar com Deus, me disseram, porém, "que eu viesse aqui, pra pedir de Romaria e prece, paz nos desalentos".
"Como eu não sei rezar", peguei o "trem azul" com o "sol na cabeça" apenas para dizer: "Alô, Alô, Marciano"!
E, enfim, assim como a grande"Dalva", agora sou uma estrela!

FANTASIAS


No h contedo para este opo.



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