::.. CARNAVAL 1998 - G.R.C.E.S. ERMELINENSE................................
FICHA TÉCNICA
Data:  22/02/1998
Ordem de entrada:  1
Enredo:  Do Sonho à Realidade
Carnavalesco:  não consta
Grupo:  3 - Leste
Classificação:  6º
Pontuação Total:  85,0
Nº de Componentes:  não consta
Nº de Alegorias :  ,
Nº de Alas :  não consta
Presidente:  não consta
Diretor de Carnaval:  não consta
Diretoria de Harmonia:  não consta
Mestre de Bateria:  não consta
Intérprete:  não consta
Coreógrafo da Comissão de Frente:  não consta
Rainha de Bateria:  não consta
Mestre-Sala:  não consta
Porta-bandeira:  não consta
SAMBA-DE-ENREDO

UNIDOS DE VILA MARIA
COMPOSITORES: WALTINHO DA ERME/ RUBENS PIRES

 

AVANTE, SEGUE EM FRENTE ERMELINENSE

VAMOS MOSTRAR TODA NOSSA TRADIÇÃO

SE HOJE AQUI EXISTE UM SAMBA QUENTE

A VELHA-GUARDA INICIOU DE PÉ NO CHÃO

 

SENHOR MANOEL UBELINO

NOSSO PRESIDENTE FUNDADOR

JÁ DESDE MENINO

UM SONHO EM SUA MENTE SE FORMOU

QUANDO ALEGREMENTE

NA UNIDOS DE VILA MARIA DESFILOU

 

QUANDO MUDOU PARA A VINTE E OITO

HOJE GUILHERME DE OLIVEIRA SÁ, LÁ LÁ IA

FICOU A OLHAR, E VIU

MENINOS NA LATA DE LIXO A BATUCAR

 

DAÍ SURGIU

A BATERIA NOTA DEZ, QUE AI ESTÁ

BOCA DE GIRA, LAVÃO E CHICO TIRA

MINHA MENTE GIRA, ME FAZ DELIRAR

 

ZUERINHA NOSSO APITADOR

VAVÁ, CIDÃO PELA ESCOLA LUTOU

ROSAS DE OURO QUE NOS BATIZOU

 

É AZUL GUERREIRO, NOSSO PAVILHÃO

ÍNDIO GUERREIRO, NOSSO BRASÃO.

 

SINOPSE DO ENREDO
O Grêmio Recreativo
Autores: S.r Mané, Gipione e Waltinho da Erme

 

Tudo começou há um tempo atrás na cidade de Alfenas, Minas Gerais, com o nascimento do Sr. Manoelino de Jesus Ubelino, nosso presidente fundador. Já desde menino mostrava sua forte tendência musical, porém a vida árdua do campo não lhe dava tempo para uma dedicação mais profunda. Com o passar do tempo, já homem feito em São Paulo, morando no Bairro de Vila Maria conheceu a gloriosa Escola de Samba Unidos de Vila Maria onde adquiriu profundo conhecimento carnavalesco.

Foi chefe de alas, diretor de harmonia, fez parte da ala de compositores, e lutou muito para elevar ainda mais o bom nome da Agremiação.

Porém o destino encarregou-se de trazê-lo para perto de seu sonho e então o Sr. Mané mudou-se para Ermelino Matarazzo deixando uma parte de seu coração para trás, pois a Unidos de Vila Maria já fazia parte de sua vida, de sua história.

Porém com o conhecimento adquirido, seu sonho estava muito próximo de realizar-se.

Morando na antiga Rua Vinte e Oito, hoje Guilherme de Oliveira Sá, deparou com garotos batucando em latas de lixo, com a mesma empolgação de exímios ritmistas, de grandes Escolas de Samba.

Foi então que o Sr. Manoelino percebeu que a bateria de seu sonho estava formada, só precisava ser lapidada, como um diamante.

Então, trazendo-lhe preciosidade de vital importância para a realização de seu sonho, tais como: Boca de Gira, Lavão, Chico Tira, Vavá, Cidão, Atanásio, Bolão, Airton, Sr. Ventura, Dona Arnalda e muitos outros, para somarem suas forças ao ideal do Dr. Mané, como é chamado até hoje com muito carinho por todos da comunidade.

Foi então que Zuerinha, um grande apitador, encarregou-se de colocar ordem na garotada,aplicando-lhes disciplina e técnicas aprimoradas da mais bela batucada.

A Escola de Samba, precisava de um nome, tinha que ser forte como o ideal da rapaziada, por que não? Ermelino Matarazzo!

Agora já éramos uma Escola de Samba, tínhamos uma forte diretoria, uma grande bateria e um nome, Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Ermelino Matarazzo.

O grande Atanásio teve a idéia de homenagear a história lendária do bairro, outrora sede da Tribo Paranaguá, onde o chefe e senhor absoluto era o bravo Cacique Boturussú, um guerreiro sem igual.

A imagem do lendário guerreiro originou o brasão da escola, que estava mudando de nome, e agora definitivamente passava a chamar-se: Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Ermelinense, tendo como cor estatutárias o azul e branco.

E para completar o sonho, a magnânima Escola de Samba Sociedade Rosas de Ouro, deu-nos o prazer e a honra de batizar nosso pavilhão, em uma grande festa, onde as baterias encontraram-se no meio da quadra num mesmo ritmo como se fosse uma imensa orquestra, regida por um maestro divinal, os corações dos presentes batiam num mesmo compasso.

O ponto culminante da festa, foi quando os pavilhões encontraram-se, madrinha e afilhada dançaram juntas ao som das maravilhosas baterias nota dez.

Hoje, vinte e um anos passado, temos o prazer e a honra de retratar a nossa história e agradecer o Sr. Mané e a velha-guarda pela grandeza e dedicação de seu trabalho.

"O Sonho Não Pode Morrer"

 

FANTASIAS


No h contedo para este opo.



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